sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Dia 4 de agosto

Escrito por Francine:

Dia 04/08/2009

Segundo dia deTPM, ontem estava pior, bem mais mal humorada. Hoje estou com um sentimento que não consigo descrever, será fissura? Mas não tenho a vontade de ir atrás, será vontade de comer doce? Muita muita vontade de fumar um cigarro, um não, vários e tomar uma café, são 15 e 35 e só vou poder fazer isso daqui a 3 horas, estou agoniada, muito agoniada. Não sei se resolveria meu problema tomando um diazepam. Mas estou em horário de trabalho e está um pouco parado aqui, vai ver é por isso. Não sei descrever o que estou sentindo. Será pela TPM? Angústia? Fissura? Não sei....também não dá vontade de chorar. Sentimento esquisito esse. Não, não é por causa da festa que estou assim, Quanto a festa estou segura. Acho que é de fumar um cigarro e não poder. Tenho que aguentar 3 horas. Estou agoniada sabe pra que? Para ir na dança de salão amanhã. Não vejo a hora. Dancar, dancar dancar....como posso gostar tanto? Adrenalina? Libera? Estou sentindo falta de fazer mais coisas durante a semana. Tenho que procurar Pilates urgente. Assim desgasta um pouco. Nos últimos 3 dias me senti muito enjoada. E estou com muita dificuldade de ir ao banheiro. Não consigo todos os dias. Peguei gripe, tosse com catarro e agora estou melhor, quase 2 semanas, mas emagreci 5 kg desde o dia 11 de julho. Enjoada e dor abdominal. Tomei vermifugo 5 dias seguidos (albendazol) do dia 21 ao 25 de julho. Tomei 3 dias de azitromicina dia 30, 1 e 2/08, foi assim que melhorou meu catarro e já estava surda há 2 semanas. Uma vez me deu os mesmos sintomas e o médico disse que era catarro no ouvido. Melhorou. Mas estou enjoada. Diarreia não tive (as vezes que consegui ir ao banheiro). Ai que agonia, não consigo distinguir o que estou sentindo.

Eu me estressei com uma cliente nova, mas fui educada. Conversando com ela, ela falou da pinscher que já tem13 anos e me mostrou uma bola que tem na mama (tumor mamário grande), eu disse que precisaria fazer exame de sangue e a retirada do tumor o mais breve possível e hoje o método mais utilizado é a retirada de todas as mamas de um lado e depois outra cirurgia com a retirada de todas as mamas do outro lado (uma mastectomia total), porque volta sim, em outra mama e tudo mais....sem falar no ultrasom abdominal para saber se não está com tumor em algum outro orgão....dai a cliente respondeu: é.....tem tanta gente que fala para não tirar, que é para deixar assim que é melhor porque senão volta, tem tanta gente que diz que não é para mexer, e tem tanta gente que diz que é perigoso a anestesia (sendo que também expliquei sobre a anestesia que seria a mais segura, a inalatória), também disse sobre os dentes da cadela e do olho, ou seja avisei que ela está com 13 anos, mas nem por isso tem que deixar assim porque tudo tem um tratamento e ela pode dar uma qualidade de vida bem melhor pra cachorra dela que com certeza está sentindo dor.....; a cliente: é, vou pensar, porque tem tanta gente que fala.......aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii me deu vontade de dar um grito!

Falei bem curta e grossa: minha senhora, tem tanta gente que fala fala fala, mas quem tem que falar sobre isso com você é um especialista, por isso estou te indicando o melhor método a ser seguido para sua cachorra de 13 anos que te deu alegria até agora, e agora é a hora que ela mais está precisando de você, então pensa melhor. Sobre pagamento, conversa com o proprietário que eles fazem da melhor maneira que a senhora quiser, o que importa é a saúde do seu cão....ahhhhhhhhhhhh e não esquece do vermífugo e vacinas pois estão atrasadas....muito obrigada, voltamos a conversar e pensa melhor! Pronto, entrei no consultório e bufeiiiiiiiiiiiiiiiii.

Ah não dá....nessa fissura do cigarro, na TPM me vem uma cliente com aquela velha história que tem tanta gente que fala fala fala......vai a merda! Eu respondi super educada, juro, mas por dentroooooooooo....

Está me dando deprê! Não posso ir embora, sou funcionária e tem um cliente que vem aqui no final do dia. O que que me deu? não consigo explicar ! Por enquanto é isso!

As 17 horas tive que sair do consultório e ir na rua do lado fumar um cigarro, a agonia era tanta que não aguentei, precisei, meu coração disparavaaaaaaaa. Me senti um pouco mais aliviada. Meu patrão não estava mas assim que possível vou comunicá-lo pois não costumo fazer isso. Atendi super bem meus clientes das 18 hrs, sai daqui um pouco alegre e conversando com a minha mãe. Cheguei em casa, fumei, comi e depois fumei de novo, com um café. Tomei meu remédio (diazepam e amplictil as 20:30 hs), não deu nada. Estava tremendo e meu coração disparado. As 23 hrs fui comer de novo e fumei outro cigarro. peguei no sono depois da meia noite.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Dias seguintes

Olá!

Tudo o que está escrito no blog, do dia 11/07 ao dia 26/07, a Francine deixou registrado em folhas de papel, escrito a mão. Eram poucas palavras escritas, mais para descrever os seus sentimentos. Acho que o médico pedia isso, para depois mostrar na consulta e eles conversarem sobre o que ela estava sentindo. Termina no dia 26/07, e dia 04/08 ela tem mais alguns dias que foram digitados no seu netbook, que ela utilizava no trabalho. Esses textos são mais longos e não tem todos os dias, mas eu tenho a impressão de que ela apagou alguma coisa, porque termina no dia 29/08 e ainda era uma época que ela não estava tão mal, ainda não havia acontecido a recaída. Ela escrevia durante o trabalho, quando não estava atendendo. Começo a postar esses últimos dias amanhã.
Novamente agradeço todos os comentários, todas as mensagens de carinho das pessoas que estão acompanhando o blog. Ele fica muito mais rico com os comentários de todos. E também é muito importante os depoimentos daqueles que passam por problemas de drogas, que já viveram nesse mundo, que estão em tratamento. São pessoas de coragem, que estão lutando para viver, e esses depoimentos dão força para quem está acompanhando e também precisa de ajuda.
Quando saiu a reportagem no jornal, algumas pessoas fizeram alguns comentários maldosos, falando mal de mim e da minha irmã, que me deixaram chocada e muito desanimada. Mas eu acredito que esses comentários vieram da psicóloga, do médico ou do cara que a Francine se envolveu, como uma forma de defesa, ou talvez para me fazer desistir. Por isso eu coloquei moderação nos comentários, e agora eu leio todos antes de postar. Foram poucos perto dos que eu recebo de mensagens de carinho, mas aqueles com palavras bem duras, difíceis de acreditar que alguém com coração tenha escrito.
Só gostaria de deixar claro aqui que o objetivo do blog é divulgar a história para evitar que outras parecidas aconteçam. Nunca quis mostrar que a minha irmã era uma santa. Tanto que sempre falo que ela adorava uma festa, adorava beber, sair, dançar. Mas que ela não usava drogas, apenas havia experimentado. É isso que eu quero mostrar, uma jovem bonita, com estudo, divertida, que entrou nessa de bobeira e acabou se perdendo tão rápido. Para mostrar aos jovens que devem tomar muito cuidado para não ter o fim que a Francine teve. E para mostrar toda a dor da família que muitas vezes o jovem não percebe.

Eu também sei que ela tem uma grande parcela de culpa nessa história. Ela usou droga porque quis, ninguém obrigou. Mas eu não vou fingir que aceito tudo o que aconteceu. Fica claro que o tratamento foi feito de forma errada, que o médico e a psicóloga cometeram erros gigantescos, que custou a vida de uma pessoa. E é óbvio que eu e minha família temos raiva do cara que ela se envolveu. Imagina, ele a deixou viciada, ela precisou de tratamento, os profissionais erraram, ela reencontrou o cara, teve a recaída e logo faleceu. Somos humanos, sofremos muito com tudo isso. Daríamos qualquer coisa para ter a nossa Francine de volta, com todos os seus defeitos e qualidades, com o seu jeito alegre e mal humorado, com os seus sonhos, a sua vontade de vencer. Ainda não consigo acreditar que ela não está mais aqui conosco, é um sofrimento diário e constante!

Desculpe o desabafo
Um grande beijo

Isabela

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Décimo sexto dia fora da clínica

Dia 26/07 – Décimo sexto dia fora da clínica

Escrito por Francine:

Dormi bastante. Estava em Tijucas com a minha irmã. Almoçamos. Meu humor estava bom. Até chegar a tarde às 16:20 hs e a minha irmã me mandar de ônibus para Floripa. Eu chorei dentro do ônibus. A noite, quando cheguei minha mãe estava triste, mas depois tudo se normalizou. Custei a dormir.


Quando a Francine saiu da clínica, ela não podia fazer nada sozinha. E isso incluía dirigir, sair de carro sozinha. Mas ela não aceitava isso, achava um absurdo ter que andar de ônibus, pois ela tinha carro. E ela veio para a minha casa no sábado, com os meus pais. No domingo, eu falei que talvez a levasse em casa, mas nós tínhamos saído com ela no sábado, e eu não vi problema algum em ela voltar de ônibus, já que o tempo de viagem seria praticamente o mesmo. Ela ficou possessa comigo, porque eu não estava fazendo a vontade dela. Chorou, ficou de cara feia, mas eu não me submeti a nada disso. Liguei para o meu pai, pedindo para buscá-la na rodoviária. Ela iria levar 45 minutos, o mesmo tempo se eu a levasse de carro. Depois, a noite, eu liguei para saber se estava tudo bem, mas ela nem quis conversar.
Eu acho que esse foi um grande problema no tratamento dela. Nada ficou muito claro, ela queria ter as rédeas da situação, queria ter o controle. Assim: “eu estou doente, preciso de tratamento, vocês tem que fazer tudo o que eu quero porque senão eu posso ter uma recaída”. Isso deveria ter sido conversado com o médico, para fazer um acordo sobre o que ela poderia ou não fazer.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Décimo quinto dia fora da clínica

Dia 25/07 – Décimo quinto dia fora da clínica


Escrito por Francine:

Trabalhei super bem no sábado. Acordei ótima, com a sensação de que iria acontecer algo muito bom. A tarde teve o níver da minha avó, onde estavam presentes todos os primos e tios. Todos beberam muito. Me diverti, ri, fiquei super bem e estava com saudades de todos. Fomos embora, eu Clara e minha irmã.
Todos os primos decidiram ir para Balneário a noite, num bar que iria tocar uma banda. Minha irmã concordou e fomos eu, ela, meu cunhado e casais de primos. Nos divertimos, me senti bem. Começou a dar sono. Chegamos as 23:00 hs e saímos quase 2:00 hs. Dancei. Foi legal. Fiquei triste de todos estarem acompanhados e eu sozinha. Não tive empolgação de conversar com alguém (conhecer). Muito sono e enjôo. Tomei Liber.


Nesse dia ela foi para a minha casa e nós fomos no aniversário da minha avó em Itajaí. Lá estava bem divertido. Fazia tempo que não encontrávamos os primos. Mas o interessante é que a bebida era muito importante para ela, porque na volta ela me perguntou: “não bebesse por que?” E eu nem tinha reparado direito que os primos estavam bebendo. Eu respondi: “não, eu fui lá tomar café da tarde, e não tomar cerveja. Eu estou dirigindo e estou com a Clara”. E ela não entendeu porque eu não queria beber.
Então a noite nós saímos. Tentamos fazer com que ela se divertisse. Contamos uma história para os primos por causa da cerveja sem álcool que ela estava bebendo.  Dançamos, rimos, conversamos. Foi legal. Mas claro, para ela era diferente,  não estava mais acostumada a sair de noite para se divertir.

Abraços
Isabela

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Décimo terceiro e décimo quarto dia fora da clínica

Escrito por Francine:

Dia 23/07 Décimo terceiro dia fora da clínica
Tosse, gripada e o humor mais ou menos. Até depois do almoço estava tudo bem. Estou com muita vontade de chorar, e com várias nóias, muitas. Não dormi bem, comecei a ter pesadelos novamente


Dia 24/07 Décimo quarto dia fora da clínica

Durante o dia trabalhei normalmente.
A noite, eu e a mãe fomos na casa da minha tia. Eu não queria ir, mas a mãe insistiu e eu fui normalmente e voltamos cedo.
Depois que voltamos, eu já sabia que duas amigas iriam no El Divino. Fiquei muito eufórica. Queria sair urgentemente. Conversei com meus pais. Eu iria com a minha melhor amiga e voltaria a 1:00 hs. Não deu certo. Fui na casa do Amauri, um amigo de confiança. Cheguei lá as 22:00 hs e as 23:30 hs já estava em casa. Tomei café e fumei. Eles estavam no vinho e na cerveja. Chegaram 3 meninas arrumadas, que iriam sair. Não me senti bem, então fui embora.



Ela queria muito voltar a vida normal. Sair, beber e fazer festa, Mas ela ainda não estava preparada para isso. Era muito instável emocionalmente. Por qualquer coisa já perdia o humor e sentia vontade de desistir de tudo. Pode ver na casa desse amigo. Quando chegaram pessoas arrumadas, prontas para sair na noite, ela já desanimou e quis ir embora. Ela facilmente desistia. Precisava de muito trabalho psicológico para se aceitar como uma nova pessoa, com novos interesses, uma nova vida. Talvez pela sua fragilidade ela não tenha tido a força suficiente para segurar o vício.
E ainda com os profissionais incompetentes cuidando dela. Uma vez eu liguei para a psicóloga e disse que ela não poderia beber, porque o problema da Francine com a bebida era muito mais grave do que com a droga. Sabe o que ela me respondeu? "Eu não sabia que a sua irmã tinha problema com bebida, nós estamos tratando apenas o vício da cocaína." Dá para acreditar numa coisa dessas? Vocês vão ver, a história praticamente acaba quando ela volta a beber, porque dali a ter uma recaída leva 20 dias.

Beijos
Isabela

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Décimo segundo dia fora da clínica

Dia 22/07 Décimo Segundo Dia fora da Clínica

Acordei com a sensação: Foda-se! Quero viver, sair, ficar com alguém, me divertir. Sem drogas! Só bebida que me dá vontade. Estou muito gripada. No trabalho correu tudo bem. Está bem corrido. Um pouco calada, não querendo muito papo. Almoçamos fora, não conversamos sobre o que eu tenho, nunca mais conversamos, não sei se tenho vergonha ou medo de me abrir com a minha família. As 18:30 hs minha irmã estava em casa com a Clara, não consegui falar direito. Estava desanimada. Fui para a aula de dança, me senti feliz. Acho que estou muito carente, pensei muito no professor, cheguei a sonhar com ele. Eu me senti bem quando pensei em estar apaixonada por alguém, como me sentiria feliz. Demorei um pouco a dormir, mas dormi bem. Senti muito sono de manhã, tosse, gripada.


É muito visível a rápida alteração de humor dela. Em um momento está feliz, no seguinte já está desanimada, sem vontade de fazer nada, nem conversar. Mas ela se sentia muito carente, queria conhecer alguém, se apaixonar, para dar um sentido melhor a vida.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Algumas informações

Oi!

Muito legal a repercussão do blog depois da reportagem no DC. Muitas pessoas estão lendo e deixando comentários.
Para quem está começando agora, aconselho ler o blog desde o começo, porque ele conta uma história, que tem uma sequência. Vai contando todo o diário da internação da Francine, até ela sair da clínica e retornar suas atividades, tentando se adaptar a nova vida.
Em abril, tem o post "Carta da Mãe", que conta os últimos momentos dela. Ali conta como ela faleceu.
Sobre "a pessoa que a deixou viciada", muitas pessoas estão me pedindo para divulgar o nome dele. Mas meu pai, que é advogado, pediu para eu não colocar em hipótese alguma, e nem passar por e-mail. Não temos provas, e podemos sofrer um processo por causa disso. Quem mora em Floripa, fica fácil descobrir, Muita gente soube do caso da Francine. Se começar a perguntar para uma ou outra pessoa, acabarão descobrindo quem é o cara e o restaurante no centro da cidade.
Mas para falar a verdade, estou começando a ficar com pena desse cara. A vida dele não vai para frente. Ele é viciado. Já deve estar pagando pelo mal que fez.
Tenho muito mais raiva do médico e da psicóloga que estavam tratando dela. Porque nós confiávamos neles. E o erro foi tremendo.
Vou contar um fato:
A Francine teve uma recaída no último final de semana de setembro. No domingo ela ligou para o meu marido chorando e como ele pressionou, ela acabou contando da recaída. Pediu para ele guardar segredo e não me contar nada. Ela confiou nele. Mas como não é uma brincadeira, claro que ele me contou.
Na segunda-feira eu tentei entrar em contato com o médico dela. Liguei na clínica onde ela foi internada, pois sabia que ele estava atendendo lá. A secretária disse que ele ainda não estava, eu expliquei o caso a ela, disse que estava desconfiada que a minha irmã tinha tido uma recaída. Ela ficou de passar o recado a ele. Mais tarde ela me ligou (a secretária) , dizendo que o Dr. não poderia me atender, mas que era para eu insistir para a Francine não faltar a consulta que ela tinha na quarta-feira.
Na quarta-feira ela foi consultar com o Dr. e contou da recaída. Mas sabe o que ele disse a ela? "A sua irmã está me procurando, o que eu tenho a ver com a sua irmã? A minha paciente é você, e não ela, o que ela quer comigo?" Vocês acreditam numa coisa dessas?
A Francine saiu da consulta, chegou no trabalho e entrou no msn do meu marido brigando com ele: "Puxa, eu te pedi para não contar nada para a Isabela, mas tu contasse. Traísse a minha confiança". Ele tentou enrolar, dizendo que não tinha falado nada, que eu e minha mãe estávamos desconfiadas dela, por isso eu fui procurar o médico. Mas ela não acreditou e não contou mais nada para o meu marido, que era uma pessoa que ela confiava muito.
Não dá vontade de internar esse médico psiquiatra como Louco???? Também não posso falar o nome dele. Mas ele atende no centro de Florianópolis e nessa clínica que ela foi internada. Só posso dizer que NÃO é o Dr. Marcos Zaleski, melhor especialista nessa área. A Francine chegou a consultar com o Dr. Marcos, mas depois mudou para o outro, porque ele a atendia  na clínica de reabilitação. Iria voltar para o Dr. Marcos, mas não deu tempo. A consulta já estava marcada. Talvez tivesse sido tudo diferente.

Continuem acompanhando e divulgando!
Obrigada
Um grande abraço a todos
Isabela